quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

o teatro que não queria saber...


São comprimidos que te dão falsas esperanças de riqueza
Com luxuosas alianças miragem de uma chama acesa
Coroa inquebrável sem dúvida é destemida
Coberta de ouro, esta é a mentira
Preto no branco e está sempre á tua frente
Mas não queres acreditar porque desta vez é diferente
Assim rodeia-te e está sempre contra a tua vontade
Seja bem-vinda…apresento-vos mais uma vez a verdade.
Pois bem aqui temos outro dilema
Compras-te bilhete para um teatro onde tu encenavas a cena.
Roubas-te tempo a pessoas para te fazerem uma visita guiada
A um museu roubado onde não havia mais nada.
Sozinho nadas-te contra todas as tempestades
E no teu porto atracado um barco resistente a atrocidades
Subiste a uma montanha para procurares outro céu
Quando a tua noiva te cegava com um simples véu.
Olha bem para ti
Nada, mas nada tinha de ser assim.

  • escrito por ricardo filipe sousa

Agradecimentos: filipe evora e lucia do carmo.

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